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ExploraBora Corporate
O time viaja. A operação respira.
Para empresas em que tempo da equipe entrou na conversa de custo de oportunidade — e ninguém quer mais discutir tarifa de balcão.
Quase nunca é.
Como a gente pensa
Operação corporativa de viagem é, antes de tudo, uma decisão de cuidado.
A diferença entre uma operação de viagem que funciona e uma que apenas existe não está no preço da passagem. Está na hora em que o voo cancela e ninguém atende. Está na sexta-feira em que o RH precisa achar um hotel pra um candidato em Recife. Está no fim do trimestre, quando o financeiro descobre que a NF-e não veio discriminada por centro de custo.
A explora bora não disputa centavos de tarifa com plataforma. Disputa tempo da sua equipe contra fricção operacional. É um trabalho diferente, e parte desse trabalho é entender quando a sua empresa ainda não está pronta pra esse formato — e dizer.
Onde a diferença aparece
Três cenas. Três escolhas de bastidor.
Não é o que se vende em apresentação comercial. É o que muda no dia em que a operação importa.
Sexta de fechamento
Quatro vendedores embarcam segunda para um kick-off. O RH já tinha duas demandas críticas pra resolver. Uma mensagem nossa às 16h, e a logística inteira (voo, hotel, transfer) some da agenda dele.
A escolha: assumir o que ele faria.
3h da manhã, JFK
Voo direto cancelado. Diretora a caminho de Genebra. Em vez de ela ligar para central na madrugada, manda mensagem. Ao chegar no balcão, a nova rota está confirmada — e o hotel da escala em Frankfurt também.
A escolha: ela embarca, você dorme.
Fim do trimestre
O time de finanças precisa fechar gastos por centro de custo, projeto e viajante. NF-e consolidada chega no dia 1 do mês seguinte, com filtros prontos. Reconciliação que tomava três dias agora cabe em uma manhã.
A escolha: dado que serve para decidir, não para arquivar.
O que entra na operação
Não vendemos módulos. Vendemos uma operação que respira.
Política de viagens customizada à sua empresa. Plataforma com aprovação por nível e centro de custo, com self-service quando faz sentido e pessoa real quando não faz. Suporte humano 24/7 para quem está na estrada — em qualquer fuso, sem fila de chamado. Otimização via milhas e parcerias quando há ganho real (não como argumento de venda). NF-e consolidada por centro de custo, projeto e viajante, com filtros que a sua auditoria reconhece. E uma reunião trimestral de saúde da operação — porque operação corporativa não termina no go-live.
Cada empresa precisa de uma combinação diferente. Algumas chegam querendo política e plataforma, e descobrem no diagnóstico que o que estava travando era o suporte 24/7. Outras vêm pelo argumento de milhas, e ficam pelo painel de gastos por projeto. O diagnóstico é o que define o que entra — e o que fica de fora.
Para quem foi pensado
Empresas que reconhecem o custo invisível das viagens.
Em geral, fazemos sentido para operações em que viagem deixou de ser ocasional. M&A em curso, expansão regional, processos seletivos presenciais com volume, equipes comerciais ou de implantação que cruzam fuso semanalmente. Tipicamente, empresas que cresceram organicamente e perceberam que o "cada um se vira" começou a custar mais do que economizar.
Uma maneira honesta de saber se cabe: se sua empresa tem mais de 30 viagens corporativas por ano e o time de RH ou finanças ainda perde tempo com logística, há trabalho pra fazer. Se for menos do que isso, o atendimento individual padrão da explora bora costuma ser mais econômico — e a gente diz isso no diagnóstico.
A pergunta é se ela está pagando o preço certo por isso.
O que muda nos primeiros meses
A operação calma chega antes da economia.
A primeira mudança que clientes corporativos relatam não é o custo médio por viagem caindo. É a sensação de que parou de aparecer urgência de logística — o RH para de virar despachante, o financeiro para de conciliar nota fiscal solta, o viajante para de se perder em formulário.
Custos diretos caem em seguida, conforme a otimização via milhas e parcerias entra no fluxo. Mas o ganho que mais aparece em conversa de renovação de contrato é tempo. Tempo do RH. Tempo do financeiro. Tempo do diretor que não precisou pensar no transfer de Genebra.
Por que não publicamos números no topo da página. Cada operação corporativa tem perfil próprio — porte, categoria de viagem, maturidade prévia. Métrica genérica em homepage corporativa engana mais do que informa. Os ganhos reais que a sua empresa vai ter saem do diagnóstico, não de uma tabela.
Como começa
Da primeira conversa ao primeiro voo, em torno de quatro a seis semanas.
Começa com uma conversa franca sobre volume, política atual e integrações necessárias — sem promessa irreal sobre o que pode ser entregue. Em seguida vem a customização da política e da plataforma, com seus centros de custo, regras e níveis de aprovação. Treinamento curto para RH, finanças e viajantes-chave. Go-live com acompanhamento humano nos primeiros 90 dias — porque operação que estabiliza no papel ainda precisa estabilizar na prática.
Perguntas frequentes
O que vale saber antes da conversa.
Quanto custa a operação?
Não há tabela publicada — porque cada operação tem perfil próprio. Tipicamente, fee mensal de gestão dimensionado pelo volume + comissão padrão por viagem. A proposta sai depois do diagnóstico, com cenário aberto e justificativa de cada linha.
Vocês emitem nota fiscal?
Sim. NF-e completa, com discriminação por centro de custo, viajante, projeto e categoria. Aceita por qualquer departamento financeiro, e auditável.
Trabalham com integrações via API?
Sim. Integramos com SAP Concur, TravelPerk, sistemas internos via API e ERPs principais (TOTVS, SAP, Oracle). Para casos não padrão, avaliamos integração customizada no diagnóstico.
Atendem empresas de qualquer porte?
A partir de 30 viagens corporativas/ano. Abaixo disso, o atendimento individual padrão da explora bora costuma fazer mais sentido financeiramente — e dizemos isso no diagnóstico.
E se a minha empresa não estiver pronta?
É uma resposta honesta possível. Se o diagnóstico mostra que você precisa antes resolver outras coisas (política interna, alinhamento financeiro, governança), dizemos. Voltamos quando fizer sentido. Cliente que volta é cliente que confiou.
Trinta minutos. Diagnóstico sincero.
Conversa com o Gustavo, sócio fundador. Sem compromisso, sem proposta empurrada. Ao fim, você sabe se faz sentido — ou se não faz, e o que fazer enquanto não faz.